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Investir em Florestas Nobres vale a pena?

Mogno Africano

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Nos dias atuais, há diversos tipos de investimentos e entre eles há o setor de silvicultura e agricultura. Quando se é escolhido esse setor, aconselhamos que leve em consideração o seu perfil e os seus objetivos antes de definir o que será plantado na propriedade. Caso precise de um retorno imediato, plantar grãos é uma opção. Mas se pretende ter um retorno de médio a longo prazo, o investimento em florestas nobres pode ser interessante.

Investir em florestas nobres é uma das diversas formas de investimento. Apesar de lucrativa, as florestas nobres ainda não é uma forma muito conhecida de aplicação, mesmo sendo de baixo risco de doenças e pragas. 

Mas, afinal, investir em florestas nobres vale a pena? Vejamos a resposta para essa pergunta no texto a seguir. 

O que são Florestas Nobres

Florestas nobres são florestas de plantio comercial para a extração de madeira nobre, as quais costumam ser valorizadas no mercado madeireiro nacional e internacional. 

As madeiras nobres são advindas de diversos tipos de árvores nativas brasileiras e outras espécies exóticas estrangeiras. Das nativas, temos:

  • Pau-brasil (Caesalpinia echinata);
  • Cedrinho (Erisma uncinatum);
  • Acácia (Acacia mangium);
  • Peroba rosa (Aspidosperma polyneuron);
  • Jequitibá (Cariniana legalis), entre outros.  

Das exóticas, hoje no Brasil são tipicamente cultivados:

  • Cedro Australiano (Toona ciliata);
  • Teca (Tectona grandis);
  • Mogno Africano (Khaya ivorensis/Khaya grandifoliola).

Das espécies exóticas, o Mogno Africano é o que têm mais chamado a atenção para o plantio de florestas nobres, pois, com a legalização de cultivo, colheita e comercialização tornam o cultivo das espécies exóticas mais atrativas do que de espécies nativas.

Vale a pena investir em Florestas Nobres?

De acordo com a Revista Campo & Negócios Floresta, a vantagem de investir no mercado de florestas nobres exóticas, como o Mogno Africano, é que ele apresenta elevado crescimento e rentabilidade, uma vez que o retorno financeiro com a colheita da madeira é mais rápido do que o cultivo de uma espécie nobre nativa. 

Também é importante considerar que a alta procura e baixa oferta de madeira dura tropical proveniente da Amazônia, faz com que o mercado vivencie o fenômeno chamado Apagão Florestal. 

No Brasil, são extraídos 11 milhões de metros cúbicos de madeira tropical oriunda de florestas naturais ilegalmente. Por isso, com a fiscalização mais rigorosa, o Serviço Florestal Brasileiro prevê uma redução de 64% da oferta até 2030, sendo que neste mesmo período a demanda deve quadruplicar, chegando a 21 milhões de metros cúbicos ao ano, segundo especialistas do IBF.

Informações do relatório anual divulgado pelo The International Tropical Timber Organization (ITTO), a madeira
de Mogno Africano seca ao livre que em 2009 era comercializada a 595 euros o m³, passou a ser negociada a 1239 euros o m³ em 2022, apresentando uma valorização de 108,24% durante o período.

Esses valores correspondem a madeira serrada comercializada nas espessuras de FAS 25 a 100mm x 150mm up x 2.4m up.

*Observação: informações obtidas em julho/2022.

Diante desse cenário, o plantio de florestas nobres é visto como uma oportunidade legalizada de negócio rentável.

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O plantio de Florestas Nobres

Vale lembrar que antes mesmo da implantação da floresta, recomendamos fazer estudo do local a ser plantado e seguir a legislação vigente. É importante relembrar também que somente vale a pena plantar florestas nobres que produzem madeiras dentro de um prazo aceitável, economicamente falando. Normalmente, o prazo aceitável para uma produção de madeira nobre é de 25 anos para menos, como é o caso do Mogno Africano.

Todos esses anos de espera, além do tempo de crescimento das árvores, também devemos levar em consideração os momentos dos desbastes, a maturação biológica das árvores (quando elas já possuem o cerne desenvolvido) e a maturação financeira da floresta considerando o Valor Presente Líquido Anualizado (VPLA) do ativo florestal, a qual é comparada à taxa mínima de atratividade.

Nesse sentido, é observado uma mudança rápida no sortimento “nobre”, sendo a melhor idade de corte a partir dos 13 anos de idade. Vale lembrar que a madeira não apresenta depreciação, desde que seja armazenada corretamente, ela é valorizada mesmo depois do corte, o que é uma excelente vantagem.

A densidade de povoamentos homogêneos ideal para a produção de madeira para serraria pode variar entre 1.100 e 1.800 árvores por hectare. Um espaçamento que costuma apresentar um bom custo benefício é o de 3×2 ou de 3,5×1,7 metros, pois permite gerar competição entre as árvores e favorecer o crescimento vertical e maior retilineidade. Ao se utilizar esse espaçamento, é indicado fazer desbastes seletivos entre o 2º/3º e 8°, 12º/13° e 17°/18°, sendo o corte raso a partir dos 17 anos. Além deste modelo de desbastes, também pode ser feito com outras idades, outras frequências e outros volumes.

Como pode-se ver, comparado com outros investimentos, o retorno financeiro das florestas nobres é visivelmente alto. Por isso a dica é: comece o cultivo agora para conquistar as demandas futuras do mercado.

Dentre as madeiras nobres, por que escolher o cultivo de Mogno Africano?

A taxa de retorno desse tipo de investimento atrai produtores e investidores, porque um hectare de floresta nobre de Mogno Africano pode render acima de 18% ao ano.

Além disso, o Mogno Africano tem ganhado destaque no cultivo para extração de madeiras nobres, uma vez que proporcionam matéria de qualidade, com valor agregado e retorno rápido do investimento em relação às espécies nobres nativas, uma vez que o preço por volume (m³) de madeira é maior, podendo chegar a ser cerca de 10 vezes maior que o preço do eucalipto, segundo a Indústria Brasileira das Árvores (IBÁ). 

Ademais, as florestas nobres, em especial a de Mogno Africano para produção de madeira nobre, são investimentos de longo prazo e com baixo risco. Essas características fazem com que ela se assemelhe a investimentos de renda fixa (poupança, CDB, Títulos da Dívida Pública, por exemplo), por apresentar baixo risco e ao mesmo tempo, com alto retorno financeiro como as aplicações de renda variável (ações, Day Trade, câmbio).

O Mogno Africano também é de mais fácil manejo, sendo que as principais pragas que o mogno pode atrair são apenas a formiga e a abelha irapuá, as quais são controladas facilmente tomando os devidos cuidados.

Quer saber mais sobre o Mogno Africano? Baixe a nossa planilha gratuita de investimento em Mogno Africano.

*As projeções são baseadas em premissas atuais de produtividade e preço da madeira em seus múltiplos usos, considerando o cenário de inflação futura, somado à valorização da madeira. Orientamos o produtor a fazer projeções próprias, de acordo com o mercado em que pretende atuar, nível de manejo e expectativas específicas do projeto.

Confira mais detalhes do lucro do Mogno Africano no vídeo a seguir:

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